Conheça os 32 classificados para o HCT Rio de Janeiro!

O terceiro grande campeonato de Hearthstone da América Latina de 2018 já tem seus 32 classificados, cada um garantindo pelo menos 4 pontos HCT para a terceira temporada ranqueada deste ano. Vários personagens novos, mas também muita tradição e consistência disputarão os duelos qualificatórios para a etapa presencial na linda cidade do Rio de Janeiro.

Meta das classificatórias

A diversidade de decks e estratégias no Hearthstone nunca foi tão grande como a que estamos presenciando. Contando todas as 4 qualificatórias abertas, 20 diferentes arquétipos tiveram sucesso, no mínimo 2 por classe, e todos eles sendo levados por pelo menos um jogador que passou pela “Winners Bracket”. O deck de Bruxo Par foi o mais poderoso entre eles: foi levado por 20 jogadores, 10 deles passando pela Winners. Seguido por Guerreiro Missão (14), Druida Provocar (13) e Sacerdote Controle (12), esses 4 arquétipos foram os dominantes nas composições levados entre os jogadores.

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Mas houve muito espaço para inovação: Facap e Aviously usaram o Mago Agressivo para surpreender os adversários. Aviously foi mais além: foi o único a levar um Paladino Murloc enquanto o sempre autêntico Monsanto se classificou com o único Guerreiro Recrutador do top 32. As estratégias, por consequência, também foram diversas: a mais predominante delas (Bruxo Par, Guerreiro Missão, Sacerdote Controle e mais um deck controle) foi levada apenas por um quarto dos jogadores no top 32, mostrando que os jogadores preferiram montar sua própria composição ao invés de copiar uma fórmula pronta.

Os 10 melhores decks das qualificatórias abertas e quantos jogadores diferentes usaram estes decks:

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O meta foi se adaptando qualificatória atrás de qualificatória. Na primeira (Américas), 6 jogadores se adiantaram aos demais levando o Bruxo Par, e 4 deles acompanharam com o Caçador Recrutador.

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A estratégia de Rase, porém, foi a mais copiada para a qualificatória que se seguiu (Global): 6 dos 8 classificados levaram uma composição bem semelhante a do brasileiro com Bruxo (5 par, 1 cubo), Guerreiro Missão (6) e uma combinação de Druida (3 provocar, 1 combo e 1 token), Mago Controle (2) ou Sacerdote (4 controles, 1 combo).

Na latino americana, as estratégias se diversificaram mais, mas a estratégia dominante ainda foi a mesma: 3 jogadores levaram o pacote Bruxo Par, Guerreiro Missão e Sacerdote Controle.

As coisas mudaram mesmo na última qualificatória americana: O Bruxo Par perdeu o reinado de o deck mais forte para o Xamã Par, e as estratégias agressivas superaram as estratégias controle: o número de Paladinos aumentou consideravelmente, o segundo Mago Agressivo passou, e tivemos até um Paladino Murloc classificado na losers.

Os 32 classificados para os Duelos

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Novatos e Veteranos no HTC Rio

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Muitas caras novas podem vir ao Brasil pela primeira vez, mas jogadores consagrados em solo brasileiro podem retornar e fazer história por aqui. Rase é o campeão da primeira Copa América de 2018, e também chegou no top 16 da segunda etapa. Poderá o “mestre”, além de se classificar para o mundial deste ano, ser o primeiro jogador a participar em todas as copas américas de um mesmo ano? E se conseguir, poderia Rase ser o primeiro jogador a levantar a taça duas vezes em solo brasileiro? Esse feito Rase terá de disputar com seu colega de equipe e também classificado para os duelos: Perna, que ganhou a terceira etapa da Copa América de 2017 e poderá repetir vencendo o terceiro Tour Stop do ano de 2018.

Mais cartas lendárias da América Latina

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Outras duas lendas das Copas Américas também tem a chance de voltar a levantar o caneco: Coglorin, o jogador que mais participou de copas américas desde 2015, venceu a primeira do ano de 2017 e está no páreo juntamente com PNC, o único argentino a ganhar uma Copa América e o melhor jogador de fora do Brasil em Copas Américas desde 2016 (ganhou em 2016 e terminou top 4 em 2017). Os dois jogadores no ano passado fizeram o top 4 do primeiro major latino do ano, conseguirão repetir o feito?

Os gigantes estrangeiros

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O que dizer dos jogadores americanos, Muzzy (atual campeão), Amnesiac (atual campeão da Dreamhack Austin)? Ambos se classificaram na primeira tentativa, juntamente com Rase, e poderão tirar a taça da mão dos latinos mais uma vez, como fez APXVoiD em 2016. Os candidatos não-latinos dessa vez são numerosos: mais da metade vem da América do Norte ou outro continente. Além disso, são representantes de seus países nos Hearthstone Global Games: Monsanto (Canadá), Muzzy (Estados Unidos), Rase e Lucas (Brasil), PNC (Argentina) e topopablo11 (Chile). Na contramão, 24 dos 32 jogadores nunca disputaram uma Copa América, apesar de serem nomes fortíssimos no cenário. Poderiam eles desbancar os grandes campeões históricos da Copa América?

Artigo gentilmente elaborado pelo Abaporu, fiel membro da comunidade brasileira de Hearthstone.